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Atendimento clínico sexual
Terapia sexual para o que não se fala — e tem tratamento.
Atendimento clínico para disfunções e dificuldades sexuais em homens de alta exposição. Baseado em evidências, sem julgamento e com sigilo profissional integral — porque o que mais adia o tratamento é o silêncio.
Aqui, o que pesa em silêncio pode finalmente ser dito. Proteção de identidade, conteúdo e presença no consultório — sem exceção.
Quase todo problema sexual chega cercado de mitos.
São os mitos — não o sintoma — que mais adiam a procura por ajuda. Desfazê-los é parte do tratamento.
“É falta de atração pela parceira.”
Disfunções sexuais com frequência têm componentes clínicos — ansiedade, condicionamento, fatores fisiológicos — independentes do desejo pela parceira.
“Homem não trata isso. Resolve sozinho.”
Evitar o tema é o que cronifica o quadro. Disfunção erétil, ejaculação precoce e compulsão sexual têm protocolo clínico e respondem a tratamento.
“É só físico.” (ou “é só psicológico”)
Em geral é os dois. A avaliação distingue o que é fisiológico, comportamental e relacional — e o plano trata cada parte, articulando com a medicina quando necessário.
“Falar sobre isso vai me expor.”
O atendimento é coberto por sigilo profissional integral — dever ético e legal do psicólogo. Nada do que é dito sai do consultório.
Quadros sexuais com protocolo clínico.
Disfunção erétil
Componente psicológico e comportamental, articulado com investigação médica quando indicado.
Ejaculação precoce
Controle ejaculatório por técnicas clínicas e manejo da ansiedade.
Desejo sexual baixo ou ausente
Avaliação dos fatores clínicos, relacionais e de estilo de vida envolvidos.
Ansiedade de desempenho sexual
Ativação intensa diante da cobrança por resultado — quadro com resposta consistente à TCC.
Compulsão sexual e vício em pornografia
Protocolo estruturado em TCC com prevenção de recaída e sigilo integral.
Dificuldades de intimidade
Quando o sintoma sexual é a ponta de uma distância afetiva no casal.
Atuação clínica baseada em evidências científicas, sem julgamento.
Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental e abordagem da terapia sexual na clínica. A avaliação separa o que é fisiológico, comportamental e relacional, e o plano trata cada parte — com objetivos, prazos e revisão. O tom é técnico e direto: nada de constrangimento, nada de moralismo.
Quando indicado, oriento investigação médica complementar (urologia, endocrinologia) — tratamento clínico honesto, sem promessas vazias.
O que ofereço
O que mais adoece não é o sintoma. É o silêncio em volta dele.
Disfunção, compulsão, vício, ansiedade de desempenho — todos pioram quando viram segredo. Tratados com método e sem julgamento, respondem. É disso que me ocupo.
Perguntas frequentes
Sobre a terapia sexual
O atendimento é mesmo sigiloso?
Sim, sem exceção. O sigilo profissional é dever ético e legal do psicólogo. Nada do que é dito sai do consultório — vale para qualquer paciente, e em especial para quem tem exposição pública ou profissional a proteger.
Disfunção erétil e ejaculação precoce têm tratamento psicológico?
Têm. Boa parte desses quadros combina fatores fisiológicos, comportamentais e de ansiedade. A terapia clínica trata o componente psicológico e comportamental e, quando necessário, articula com a investigação médica — sem prometer milagre.
Você trata vício em pornografia e compulsão sexual?
Sim, com protocolo clínico estruturado em TCC e prevenção de recaída. O sigilo é integral, em consideração à exposição da carreira. O foco é devolver controle, não impor moral.
Preciso ir com a parceira?
Depende do caso. Há quadros que trato individualmente e outros em que o atendimento do casal acelera o resultado. A avaliação inicial define o formato mais indicado.
A porta de entrada é a avaliação.
Uma avaliação clínica para entender o quadro, distinguir o que é fisiológico do que é comportamental e desenhar o plano. Você decide se faz sentido seguir.
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